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1
– Que dizer das pessoas que tomam
passe todas as semanas?
Cometem um equívoco. Caem na rotina
e tornam o passe inócuo. Devemos
buscar seus benefícios quando realmente
estivermos precisando. Isso é algo
que os dirigentes espíritas precisam
enfatizar nas reuniões de fluidoterapia.
2
– Não obstante as advertências,
nota-se que muita gente insiste em tomar
o seu passe semanal. Não seria razoável
estabelecer um controle?
Isso seria burocratizar o serviço.
O controle deve ser da própria pessoa,
consciente de que o passe não é
uma hóstia espírita.
3
– Como devemos nos preparar para o
passe?
Pensar em algo especial para o dia do passe
é o mesmo que adotar um comportamento
religioso quando chega a morte. Para “encarar”
a morte com serenidade deveríamos
viver todos os dias como se fosse o último,
praticando todo o Bem e evitando todo o
mal. Algo semelhante ocorre em relação
ao passe. Não se trata da postura
para um dia, mas de uma atitude perante
da vida, buscando vivenciar a moral evangélica,
a condição ideal.
4 – Crianças em
qualquer idade podem receber o passe?
Sim, mas em reuniões específicas
que o Centro Espírita deve instituir,
com passistas preparados para esse serviço.
Crianças de tenra idade não
devem comparecer às reuniões
públicas, onde tendem a ficar inquietas
durante as palestras, perturbando-se e perturbando
os que ouvem.
5
– Qualquer pessoa pode aplicar o passe?
Qualquer pessoa pode doar sangue, desde
que esteja em boas condições
de saúde. Sendo uma transfusão
de energia magnética, o que se exige
do candidato ao serviço é
que esteja bem, física e psiquicamente,
e se disponha às disciplinas do serviço.
6 – Existe um preparo
para ser passista?
Todo serviço exige esse cuidado.
Os Centros Espíritas devem instituir
cursos de passes, dando aos candidatos um
mínimo de orientação,
envolvendo o conhecimento sobre magnetismo,
técnicas, posturas, cuidados…
7
– Qual a melhor técnica para
aplicar o passe?
O passista pode desenvolver várias
técnicas, mas, no Centro Espírita,
quando o passe é aplicado em muitas
pessoas, envolvendo equipes de passistas,
deve-se adotar a mera imposição
de mãos, a técnica ideal,
pela sua simplicidade.
8
– Alguns Centros Espíritas
fazem a aplicação de passes
no próprio salão de reuniões,
com os passistas postando-se diante das
pessoas sentadas. Seria o ideal?
Os Centros devem ter uma sala destinada
ao serviço, a chamada câmara
de passes, que os mentores espirituais preparam
adequadamente, com a limpeza psíquica
do ambiente e a utilização
de aparelhos, conforme tem sido descrito
pelos videntes. Ocorre que em alguns Centros
há o problema de espaço. Então,
“quebra-se o galho” no salão.
9 – Se o passista não
estiver bem, poderá prejudicar o
paciente?
Para prejudicar o paciente seria necessária
a intenção do passista, a
exprimir-se em pensamentos assim: “quero
que você se dane, que fique doente
e expluda”. Como a intenção
é sempre ajudar, se o passista não
estiver bem, o paciente vai depender do
concurso dos mentores espirituais, que colaboram
no serviço.
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